Entrevista com: Nilson Pereira de Souza Junior - Direc 12

[DIREC12] Quais os Principais desafios em supervisionar um Programa como o Topa?

 [Nilson Junior] Sem sombra de dúvidas um desafio é atender a toda demanda que o programa apresenta, devido a sua complexidade e abrangência na área de atuação da DIREC 12, posto que, esta é a segunda maior do interior do Bahia em abrangência e quantidade de turmas.Outro desafio é acompanhar as turmas tanto das entidades quanto das prefeituras, validar bolsas com toda a documentação das turmas em mãos e buscar solucionar eventuais problemas repassados pelos alfabetizadores e coordenadores de turma.


[Direc12] Sabemos que o Topa possui turmas em localidades distantes. Como são feitos os acompanhamentos dessas Turmas para assegurar que todos os estudantes, professores, coordenadores estão ativos? 

[Nilson Junior] O monitoramento das turmas é feito em várias etapas e por pessoas diferentes. A primeira etapa é acompanhar as turmas através das fichas, folha de frequência dos alfabetizandos, do alfabetizador, frequência das reuniões de planejamento e da produção escrita do aluno, que serve tanto como monitoramento, quanto de avaliação do desenvolvimento dos alunos e do processo de alfabetização. Os coordenadores de turma também tem responsabilidade sobre o monitoramento, pois através das reuniões quinzenais de planejamento e das visitas, os coordenadores visualizam as dificuldades locais e apresentam para a supervisão regional do Programa com vistas a resolvê-las.Outro ponto crucial para monitoramento do programa é a atuação do Supervisor regional, do setor de monitoramento da Sec e do setor pedagógico que realiza reuniões nos munícipios com entidades, alfabetizadores e coordenadores que aderiram o programa, como também visitas surpresas as turmas nos horários estabelecidos para as aulas. 

 

[Direc12] Como é feita a análise do espaço de Alfabetização? 

[Nilson Junior] O espaço deve ser apropriado para o processo de alfabetização, que é analisado pelo supervisor, equipe pedagógica e de monitoramento durante as visitas, mas todos os alfabetizadores e coordenadores durante o processo de formação e adesão do Programa, recebem orientações sobre o espaço, que deve ter identificação, quadro, cadeiras suficientes, sanitários, bebedouro ou água potável e boa iluminação.O espaço para aulas não pode ser a casa do alfabetizador nem garagem, exceto em casos especiais como comunidades ribeirinhas, fundo de pasto, entre outras, que, devem solicitar uma autorização junto à Coordenação Estadual do Programa para funcionarem nestes locais. 

 

[DIREC12] Como são feitas as parcerias? 

[Nilson Junior] O processo de parceria é intenso, pois, logo no momento em que a entidade se inscreve para fazer a adesão do Programa, ela se coloca na qualidade de parceira, visando reduzir os índices de analfabetismo e contribuir com o Programa.       Ocorre parceria também entre entidades, prefeituras, DIRECs e SEC, durante o     andamento do programa com vistas a solucionar questões conflitantes, aperfeiçoar o programa e reduzir índices de analfabetismo.

 

[DIREC12] Qual a sua Expectativa em relação ao Topa na Direc12?

[Nilson Junior] Dar continuidade ao bom trabalho desenvolvido anteriormente pelos Supervisores e buscar inovações e aperfeiçoamento ao Programa, estreitando laços com as entidades parceiras visando um acompanhamento eficaz das turmas para que os objetivos do programa sejam efetivados, garantindo o direito à alfabetização de jovens e adultos na área de abrangência da DIREC 12.

 

 
 
Fonte; DIREC 12

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